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modelos conceituais e estratégico

a solidão no espaço público. este estudo foi fundamental para o desenvolvimento da casa dos estudantes em Haia.

infinito - modelo conceitual

escala mundo (conexões e trocas globais)

é sobre a capacidade de contemplar um mundo infinito, mas ainda assim sentir-se sozinho. Mesmos que haja milhões de oportunidades de fazer conexões, isso não basta para impedir o sentir-se sozinho. Conexões não devem ser apenas feitas, mas usadas nos ambos sentidos e direções de trocas.

pressão - modelo conceitual

escala cidade (resquícios sociais, espaciais e culturais)

é sobre a pesada e forte hierarquia construída pela sociedade que tenta suprimir e apagar as pessoas segregadas não dando espaço amplo para que eles possam ser quem são livremente sem preconceitos ou esteriótipos.

escudo - modelo conceitual

escala edifício (público e privado)

é sobre a construção de pequenos impérios pessoais cercado por muros que representam a segurança pessoal e a possibilidade do ser verdadeiro; espaço onde o privado se torna o mundo do ser realizado quanto a conquista do seu espaço, o lar no mundo, e o público se torna a aventura diária e solitária.

capa - modelo conceitual

escala indivíduo (estar e não-estar)

é sobre a estranha atmosfera que paira nas cidades e que força as pessoas a cobrirem suas vulnerabilidades e diferenças em detrimento do viver em sociedade, contudo, o resultado é estar em conformidade com a sociedade, e estar desvinculado de si mesmo. Ou seja, estar sozinho, por socialmente se encaixar e internamente se sentir diferente.

compartilhar- modelo estratégico

 escala cidade (individual e global)

a estratégia para que as pessoas possam quebrar as barreiras que as segregam. O compartilhar implica no movimento horizontal de trocar informações. conhecimentos e habilidades. O compartilhar permite que as pessoas interajam independente de suas diferenças ou semelhanças.

© 2018 por Gui Bullejos.

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